Concorra a uma linda Arte em Lã

A foto que a ganhadora do prêmio compartilhou no Facebook:

promoYaraO prêmio saiu para uma cliente da Fios e Lendas de Curitiba-PR.

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Até o dia 25 de outubro, a cada R$ 50,00 em compras na Fios e Lendas você preenche um cupom para concorrer a esta linda

Arte em Lã ADVENTO de Nadja Montenegro Ricci.

Conheça a Fios e Lendas.  Abrimos sextas e sábados das 14 às 19 horas e atendemos com horário marcado nos demais dias. Marque uma visita e tenha atendimento exclusivo!

A Loja fica na Rua Iperoig 369 em Perdizes. Acesso por escadas.

Aqui você encontra: Editora Antroposófica, Editora Peirópolis, Apiscor, Atelier de Bonecas Evi, Bohney, Gerana, Fiolã, Tralalã e peças artesanais exclusivas feitas com muito carinho.

Advento, Arte em Lã de Nadja Montenegro Ricci, técnica feltragem seca.

Advento, Arte em Lã de Nadja Montenegro Ricci, técnica feltragem seca.

– promoção válida para compras realizadas de 06.09.2013 a 25.10.2013
– sorteio no dia 26.10.2013 às 16hs, na Fios e Lendas
– o prêmio será entregue sem moldura
– compras feitas por clientes de fora de São Paulo também participam da promoção
– o prêmio deverá ser retirado na loja até 09.11.2013, ou deverá ser fornecido endereço no Brasil, para entrega via correio.
– a peça já está exposta na loja e mede aproximadamente 28×28 cm
fioselendas@gmail.com, (11) 9.9798.2521, Fátima Rodrigues
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Micael

Arte em lâ de Nadja Montenegro Ricci

Arte em lâ de Nadja Montenegro Ricci

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Pessoas, encontros…

Vendo as fotos da oficina do ultimo final de semana, tenho aquela certeza deliciosa de que o mais importante na vida é o encontro.

Minha gratidão às pessoas lindas que possibilitaram mais um encontro na Fios e Lendas: Nadja, Cema, Antonella, Alice, Maria Tereza, Rosana e Radamés.

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Feltrando bichos

Faço bichos de pano desde criança. Depois do meu primeiro contato com a Antroposofia, na década de 80, meus bichos foram mudando, perdendo detalhes e ganhando formas mais naturais.

Fui fornecedora e depois compradora da Loja da Editora Antroposófica, onde recebi muitos artesãos com trabalhos bem feitos, bonitos, mas exagerados e estilizados. Eu sempre fazia o mesmo desafio: você aceita fazer menos, tirar detalhes, mudar algumas formas? Muitos aceitaram e os produtos ficaram lindos.

Menos! É o desafio ao fazermos bichos. As características devem ser dadas por forma, cor e gesto, com o mínimo possível. Sim, uma raposa é avermelhada e isso diz muito sobre o que é ser uma raposa. Sim, a criança está certa quando diz que a semente com espinhos é um ouriço e a casca da noz uma tartaruga. Nossos bichos devem ser simples como a natureza é.

Os que acompanham a página do Facebook e o blog sabem que estou aprendendo a feltrar com a Nadja  Montenegro Ricci e estou adorando. Nós não chegamos nos bichos ainda,  mas tenho feito minhas tentativas.

Quero dividir com vocês duas fotos e o processo pelo qual passei, ao tentar fazer uma centopeia.

Vejam a foto 1

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Na primeira tentativa a peça ficou bonitinha, mas coloquei nela as formas prontas que chegam até nós todos os dias e nem percebemos. Os gomos estão muitos definidos, e ela se parece com um brinquedo de plástico, feito com lã. Olhei bem para ela e me lembrei de todas aquelas ilustrações de centopeias com um sapatinho em cada pé e um laço de fita na cabeça. Imagem que tenho dentro de mim.

Fiz o meu esforço, me perguntei se aceitava fazer menos. Procurei imagens do bichinho, interiorizei essas imagens e consegui o resultado da peça 2: feltragem mais leve, gomos apenas insinuados. Centopeia, cobra, lagarta – o que mais?

Imagem

 Simples não? Menos num brinquedo, vira mais no brincar!

Abraços

Fátima Rodrigues

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A promoção de agosto está a caminho…

A primeira promoção da Fios e Lendas foi o maior sucesso!

Votação encerrada.

Aguardem a promoção!

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Forças curativas

Eu participei da Oficina. Tinha um desejo antigo de aprender a feltrar. Não imaginei que o processo seria tão intenso e profundo. No final do segundo dia, estava cansada e com dor de cabeça. Forças curativas estavam agindo e eu não havia percebido.
Olhei para as lãs e embora com muito sono, comecei um trabalho livremente, fazendo em poucos minutos a mandala da foto.
Acordei feliz, cantando! E continuo cantando. Sinto que as forças curativas que despertamos aqui no final de semana continuam agindo.

Para Nádia, Tânia, Cilene, Mariana e Alice, a minha Gratidão!

DSC01845a música que não quer calar:
Bandolins
Oswaldo Montenegro

Como fosse um par que nessa valsa triste
Se desenvolvesse ao som dos bandolins
E como não e por que não dizer
Que o mundo respirava mais se ela apertava assim
Seu colo e como se não fosse um tempo
em que já fosse impróprio se dançar assim
Ela teimou e enfrentou o mundo
Se rodopiando ao som dos bandolins

Como fosse um lar, seu corpo a valsa triste iluminava
e a noite caminhava assim
E como um par o vento e a madrugada iluminavam
A fada do meu botequim
Valsando como valsa uma criança
Que entra na roda, a noite tá no fim
Ela valsando só na madrugada
Se julgando amada ao som dos bandolins

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Sobre consumismo e comércio

Goya y Lucientes, Francisco de Muchachos trepando a un árbol, 1791 – 1792, Museu do Prado

Vivemos numa época em que nossas crianças, quando não protegidas, estão sujeitas a uma avalanche de propagandas diretas e indiretas, que estimulam o consumismo desde a mais tenra idade. Necessidades são criadas e oferecidas com embalagens e cores tentadoras. Como o mais importante é comprar, ter, colecionar, poucos se importam com o conteúdo e muitas crianças, diante de tudo o que colecionam, preferem a TV, onde retomam, invariavelmente, o desejo de consumir mais.

Horários diferenciados para os programas infantis são inúteis. Sabemos que na maioria das casas brasileiras a TV fica ligada o tempo todo e agora pode ser carregada no bolso, para qualquer lugar.

Como fazer comércio e trabalhar com produtos para crianças sem estimular o circulo vicioso do consumismo? Eu me pergunto todos os dias.

E vou respondendo, para que conheçam um pouco a proposta da Fios e Lendas.

Acredito que adultos devem escolher com muito cuidado os produtos para suas crianças. Devem buscar qualidade, conteúdo.Repensar necessidades.Quando uma mãe me pergunta o que dar para uma criança que está mordendo tudo (dentinhos nascendo), eu digo: cenoura!

Na página da Fios e Lendas no Facebook não aceito pessoas com menos de 18 anos, portanto suas crianças só verão as postagens se você mostrar.

Fotos de/com crianças serão vistas na página, apenas por compartilhamento ou se fizerem parte da publicidade de um fornecedor. Não publico fotos de clientes e acreditem, as crianças são lindas!

Fios e Lendas é uma loja e um espaço para encontros, oficinas, troca de idéias.  Crianças são bem-vindas, adoro vê-las brincando e elas adoram brincar aqui.

Fios e Lendas é comércio. Numa cidade como São Paulo é um conforto encontrar num mesmo lugar o giz de cera avulso cor maravilha e o ultimo livro sobre Medicina Antroposófica. 

Comércio é ponte entre produtores e compradores. É fio que proporciona encontros, tece histórias!

foto: Goya y Lucientes, Francisco de, Muchachos trepando a un árbol, 1791 – 1792, Museu do Prado

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Tem brinquedo para menino?

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Tem brinquedo para menino?
A resposta sempre é sim. Temos brinquedo para brincar!

Meninos e meninas pequenas, brincando livremente, imitam a vida, o ambiente e as atitudes dos adultos com os quais convivem. Com gravetos de diferentes tamanhos nas mãos colocam papai conversando com mamãe, filhinho comendo e cachorro latindo.
Presenciei numa loja, uma cena que pode nos trazer uma reflexão sobre o assunto: um menino “agitado” corria de um lado para o outro entre as prateleiras de livros, até parar diante de uma vassourinha. Pegou a vassoura e começou a varrer lindamente, com ritmo e concentração. Ficou varrendo até ser interrompido pelo adulto que estava com ele e que, muito irritado e agitado, tirou a vassoura de suas mãos, dizendo que não era brinquedo para menino. O menino chorou muito e voltou para o antigo comportamento. Ganhou um carrinho, que arremessou contra a parede na saída da loja.

A vassoura era o brinquedo perfeito para aquela criança, naquele momento. Algum adulto querido com o qual ele convivia, executava a atividade de varrer com alegria e dedicação e ele precisava imitar aquele varrer.
Varrer, ninar, cuidar. Do que brinca o seu menino, a sua menina?

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CONTRA A TRUCULÊNCIA E A IGNORÂNCIA: flores!

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CONTRA A TRUCULÊNCIA E A IGNORÂNCIA: flores!

Maria Lívia morava numa casinha de fundos numa rua que fica aqui pertinho da loja. Quando entrei na casa dela pela primeira vez, fui surpreendida por paredes, sofás, cortinas e almofadas feitas de chita. A exuberância de cores, a princípio, me assustou, depois, o ambiente acolhedor me conquistou totalmente.

Era uma moça de cabelão crespo e voz macia. Nasceu numa cidadezinha do Brasil onde não havia luz elétrica, com muito esforço foi para a capital do estado e entrou na Faculdade de Medicina. Obrigada a fugir da Ditadura Militar veio para São Paulo, onde adotou o nome de Maria Lívia.

Teria sido uma excelente médica, foi uma excelente artista. Nos últimos anos pintou quadros lindos, inspirados nas estampas de tecidos de sua terra.

Ela sempre acreditou nas flores!

Decorei a loja com chita, pensando nela e não pude deixar de me lembrar dela depois das imagens de ontem em São Paulo.

Minha homenagem e minhas saudades.

Maria Lívia, presente!

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A MENINA DA LANTERNA

A MENINA DA LANTERNA

Era uma vez uma menina que carregava alegremente sua lanterna pelas ruas. De repente chegou o vento e com grande ímpeto apagou a lanterna da menina.

Ah! Exclamou a menina. – Quem poderá reacender a minha lanterna? Olhou para todos os lados, mas não achou ninguém. Apareceu, então, uma animal muito estranho, com espinhos nas costas, de olhos vivos, que corria e se escondia muito ligeiro pelas pedras. Era um ouriço.

Querido ouriço! Exclamou a menina, – O vento apagou a minha luz. Será que você não sabe quem poderia acender a minha lanterna? E o ouriço disse a ela que não sabia, que perguntasse a outro, pois precisava ir pra casa cuidar dos filhos.

A menina continuou caminhando e encontrou-se com um urso, que caminhava lentamente. Ele tinha uma cabeça enorme e um corpo pesado e desajeitado, e grunhia e resmungava.

Querido urso, falou a menina, – O vento apagou a minha luz. Será que você não sabe quem poderá acender a minha lanterna? E o urso da floresta disse a ela que não sabia, que perguntasse a outro, pois estava com sono e ia dormir e repousar.

Surgiu então uma raposa, que estava caçando na floresta e se esgueirava entre o capim. Espantada, a raposa levantou seu focinho e, farejando, descobriu-a e mandou que voltasse pra casa, porque a menina espantava os ratinhos. Com tristeza, a menina percebeu que ninguém queria ajudá-la. Sentou-se sobre uma pedra e chorou.

Neste momento surgiram estrelas que lhe disseram pra ir perguntar ao sol, pois ele com certeza poderia ajudá-la.

Depois de ouvir o conselho das estrelas, a menina criou coragem para continuar o seu caminho.

Finalmente chegou a uma casinha, dentro da qual avistou uma mulher muito velha, sentada, fiando sua roca. A menina abriu a porta e cumprimentou a velha.

– Bom dia querida vovó – disse ela

– Bom dia, respondeu a velha.

A menina perguntou se ela conhecia o caminho até o Sol e se queria ir com ela, mas a velha disse que não podia acompanhá-la porque ela fiava sem cessar e sua roca não podia parar. Mas pediu a menina que comesse alguns biscoitos e descansasse um pouco, pois o caminho era muito longo. A menina entrou na casinha e sentou-se para descansar. Pouco depois, pegou sua lanterna a continuou a caminhada.

Mais pra frente encontrou outra casinha no seu caminho, a casa do sapateiro. Ele estava consertando muitos sapatos. A menina abriu a porta a cumprimentou-o. Perguntou, então se ele conhecia o caminho até o Sol e se queria ir com ela procurá-lo. Ele disse que não podia acompanhá-la, pois tinha muitos sapatos para consertar. Deixou que ela descansasse um pouco, pois sabia que o caminho era longo. A menina entrou e sentou-se para descansar. Depois pegou sua lanterna e continuou a caminhada.

Bem longe avistou uma montanha muito alta. Com certeza, o Sol mora lá em cima – pensou a menina e pôs-se a correr, rápida como uma corsa. No meio do caminho, encontrou uma criança que brincava com uma bola. Chamou-a para que fosse com ela até o Sol, mas a criança nem responde. Preferiu brincar com sua bola e afastou-se saltitando pelos campos.

Então a menina da lanterna continuou sozinha o seu caminho

Foi subindo pela encosta da montanha. Quando chegou ao topo, não encontrou o Sol.

– Vou esperar aqui até o Sol chegar – pensou a menina, e sentou-se na terra.

Como estivesse muito cansada de sua longa caminhada, seus olhos se fecharam e ela adormeceu.

O Sol já tinha avistado a menina há muito tempo. Quando chegou a noite ele desceu até a menina e acendeu a sua lanterna.

Depois que o sol voltou para o céu, a menina acordou.

– Oh! A minha lanterna está acessa! – exclamou, e com um salto pôs-se alegremente a caminho.

Na volta, reencontrou a criança da bola, que lhe disse ter perdido a bola, não conseguindo encontrá-la por causa do escuro. As duas crianças procuraram então a bola. Após encontrá-la, a criança afastou-se alegremente.

A menina da lanterna continuou seu caminho até o vale e chegou à casa do sapateiro, que estava muito triste na sua oficina.

Quando viu a menina, disse-lhe que seu fogo tinha apagado e suas mãos estavam frias, não podendo, portanto, trabalhar mais. A menina acendeu a lanterna do artesão, que agradeceu, aqueceu as mãos e pôde martelar e costurar seus sapatos.

A menina continuou lentamente a sua caminhada pela floresta e chegou ao casebre da velha. Seu quartinho estava escuro. Sua luz tinha se consumido e ela não podia mais fiar. A menina acendeu nova luz e a velha agradeceu, e logo sua roda girou, fiando, fiando sem cessar.

Depois de algum tempo,a menina chegou ao campo e todos os animais acordaram com o brilho da lanterna. A raposinha, ofuscada, farejou para descobrir de onde vinha tanta luz. O urso bocejou, grunhiu e, tropeçando desajeitado, foi atrás da menina. O ouriço, muito curioso, aproximou-se dela e perguntou de onde vinha aquele vaga-lume gigante. Assim a menina voltou feliz pra casa.

FONTE:

http://festascristas.com.br/sao-joao-batista/sao-joao-batista-historias/671-a-menina-da-lanterna

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