Finda Junho de 2020

e a Roda de Vida segue girando..

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Sigo emendando um projeto no outro, tecendo continuidades possíveis…

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Viva São João

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A peça de hoje é uma Capivara da Lanterna!

Nas Escolas Waldorf, na Época de São João, a História Menina da Lanterna está sempre presente. As crianças fazem suas lanternas e as carregam com alegria nas Festas Juninas. Lindo de ver, lindo de sentir!

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Branco!

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Segunda-feira

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Deixando versos na partida…

Na velha casa da Rua Goiás, em Avaré, o quarto dele era o pequeno, no fundo. A porta dava para a cozinha. Um quarto encantado, com vitrola, miniaturas de aviões, soldadinhos de chumbo. Tintas, pincéis e colas especiais que eu não podia tocar. Era um artista. Herdou do meu avô – que consertava rádios, lambretas e carros – a curiosidade do olhar e a maestria no montar, desmontar, montar novamente…

Nas minhas lembranças ele era muito alto, me carregava no colo e dançava comigo na cozinha sem teto. Tudo era grande e lindo, as telhas lá no alto, o armário azul… Na vitrola, Sá Marina, que ele, atendendo a pedidos, colocava repetidas vezes, para tocar:

– De novo? Você é um purgante, dose para elefante!

Eu não entendia o significado das palavras, mas ficava feliz por ser algo tão grande para aquele Tio que enchia minhas férias de alegria e encantamento.

Eu já devia ter por volta de 10 anos, quando ele foi nos visitar e levou pra mim um kit com molde, feltro, linha e agulha, para montar um bambi. Era uma peça grande, de pernas altas. Sobrou um pedaço de feltro do corte entre as pernas. Foi a primeira vez que diminui um molde… Minha primeira miniatura, talvez o momento em que, sem saber, comecei a expressar e honrar os que vieram antes de mim.

Meu Tio Renato voltou para a Pátria Espiritual, ontem.

No YouTube hoje, Sá Marina repetida inúmeras vezes, me fez, finalmente chorar!

Boa viagem Renato Rangel! Luz!

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170 +1, seguimos contando capivaras

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Série fogueirinha crescendo.
Você já fez a sua? É fácil e vai deixar o seu Cantinho de Época, muito especial! Veja o tutorial aqui.

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Cores quentes!

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A cada Estação a Natureza nos presenteia com cores diferentes. A flor de São João é laranja exuberante!
Nas Festas Juninas as comidas são calóricas, as bandeiras e roupas coloridas, e ficamos perto das fogueiras, alimentando a chama, nossos corpos e nosso coração!

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Boa noite!



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Quer aprender a fazer uma fogueirinha de lã? Veja abaixo da foto.


Assista a “Canto de Época, São João” no YouTube

https://youtu.be/ej3S0lTtI64

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Aos vivos imunidade, aos mortos reverência.

Ou, o luto necessário.

Ruas e lojas abarrotadas de gente. Nas redes sociais, pessoas declaram que não querem abrir suas páginas e encontrar números de óbitos. No Facebook, quanto mais grave a situação fica, mais surgem brincadeiras bobinhas, para nos distrair.

Posso entender. Vivemos momentos difíceis. Mas precisamos falar dos números, precisamos exigir transparência nas informações. Óbitos são registrados em cartórios, como os nascimentos. São verdades registradas! Não fuja, olhe! Sinta. São milhares de vidas perdidas lá fora. Precisamos olhar para os gráficos, as curvas, os mapas. Precisamos nos indignar, para termos motivos para ações e reações assertivas. Precisamos enterrar nossos mortos dignamente. Vidas importam, todas as vidas!

O luto dói, é escuro. Mas o buraco onde muitos estão escondendo suas cabeças também é.escuro e asfixiante. Não agir ou agir de forma egoísta,, neste momento, é contagiante e pode matar!

Mas quero falar também de imunidade, o escudo alquímico que carregamos. O convite hoje é, encararmos a dor e a escuridão com a Luz e o Calor do Humano que há em nós.

O inverno está chegando e com ele as noites mais longas e escuras do ano, no Hemisfério Sul. Nossas Festas Juninas são reminiscências de celebrações ancestrais do Solstício de Inverno. Na noite escura da Terra, olhamos para a Luz das Estrelas, para encontrarmos a Luz do nosso próprio Ser. Acendemos lanternas e fogueiras. Cantamos e dançamos o dom da Vida. Hoje somos chamados para a celebração interna dessa Festa – para nos fazermos Luz, Calor e Força – enfrentando, como Humanidade, a longa noite da Pandemia. E no plano individual, alimentarmos nossa Luz, com Coragem e Compaixão, fortalecendo nossas defesas Físicas, Anįmicas e Espirituais.

Fique em casa.

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Última semana do Outono

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O inverno está chegando, e com ele a preocupação com o comportamento da pamdemia no Brasil.

Fique em casa.

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