365/055 e 365/056
A capivara de ontem e a de hoje. Estou viajando, quando consigo sinal, faço as postagens.
A terça de Carnaval segue preguiçosa aqui no interior. Capinaninha em clima de Bloco do Pijama!


365/055 e 365/056
A capivara de ontem e a de hoje. Estou viajando, quando consigo sinal, faço as postagens.
A terça de Carnaval segue preguiçosa aqui no interior. Capinaninha em clima de Bloco do Pijama!


365/054
Porque é #carnaval

365/052 e 375/053

365/051
A Feltragem é uma técnica muito interessante. Além de possibilitar infinitas composições, nada se perde.
Hoje fiz um cachorro articulado. Muitos cortes de lã foram necessários, gerando restinhos de lã. No final do dia, com estas sobrinhas, fiz uma capivara sobre feltro, que é uma técnica de rápida execução.

365/050
Completando hoje 50 capivaras, 50 dias de 2020.
O desafio é criar novas formas para mostrar o mesmo bicho. Estou gostando dos jardins.
A Feltragem é uma técnica para execução de pecas decorativas. A peça montada sobre argola é resistente, super charmosa e pode facilmente ser usada para contação de histórias , topo de bolo
e cantinhos de época.
Assim, assim!

365/048
A Capivara de hoje foi feita com a técnica de escultura em feltragem. Parti de 2 esferas. É uma técnica básica que permite a elaboração de muitos bichinhos.
O pequeno jardim foi feito com uma argola de madeira. É um recurso interessante, pois além de manter a peça em pé, também é super charmoso!
Venha aprender a feltrar comigo.
Terei aula avulsa na sexta, dia 21 de fevereiro, na Vila Madalena.
Chame pelo whatsapp 11 997982521. Iniciantes são bem-vindos!

365/047
Modificando o molde do modelo novo. Achei que a Capivara de ontem ficou muito magrinha!

365/046
A capivara não fica em pé. Mas há curiosidades sobre a movimentação do seu corpo. Ela senta-se como cachorro e precisa virar o corpo todo para olhar para trás, não tem mobilidade de pescoço para girar a cabeça.

365/045
“O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”
Rosa, Guimarães
Grande Sertões Veredas
